Beatriz Oliveira
Uma voz que espelha as águas profundas do Tejo. Beatriz traz uma gravidade ancestral à sua actuação, uma fadista cuja lamentação captura a essência do pulso nocturno de Lisboa.
O palco do Saudade e Fado não é apenas uma plataforma; é um santuário para a alma tradicional. Reunimos as vozes mais profundas e os instrumentistas mais habilidosos que carregam o peso de séculos em cada vibração.
Uma voz que espelha as águas profundas do Tejo. Beatriz traz uma gravidade ancestral à sua actuação, uma fadista cuja lamentação captura a essência do pulso nocturno de Lisboa.
Com mais de quatro décadas dedicadas às doze cordas da Guitarra Portuguesa, os dedos de Ricardo tecem histórias de viagens perdidas e amores encontrados.
O batimento rítmico constante — a "viola de fado". A presença de Tiago é o alicerce sólido sobre o qual as melodias da saudade se constroem.
Um barítono que ressoa com as calçadas do Chiado. Gonçalo traz uma ternura masculina ao género, estabelecendo a ponte entre a tradição e a sensibilidade contemporânea.
“O fado não se explica, sente-se.”